quinta-feira, 19 de março de 2026

JESUS VOLTARÁ

Jesus apresenta-se como o intercessor supremo e mediador único entre Deus e os homens, vivendo eternamente para interceder por nós junto ao Pai. Ele exemplificou a intercessão ao orar por seus discípulos (João 17) e por Pedro (Lucas 22), mostrando que a intercessão busca proteção, salvação e fortalecimento da fé. YouTube YouTube +3 Pontos principais sobre a intercessão de Jesus: Intercessor Eterno: Jesus vive para interceder, garantindo que aqueles que se aproximam de Deus por meio dele sejam salvos totalmente, conforme Hebreus 7:25. Oração Sacerdotal: Em João 17, Jesus intercede não pelo mundo, mas por aqueles que o Pai lhe deu, pedindo proteção contra o mal e unidade. Intercessão por Pedro: Jesus orou especificamente para que a fé de Pedro não desfalecesse, demonstrando o poder da intercessão em momentos de tentação (Lucas 22:31-32). Mediador Único: A Bíblia ensina que há um só mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, que se deu como resgate (1 Timóteo 2:5). Intercessão na Cruz: Jesus intercedeu pelos transgressores, inclusive no momento da crucificação, cumprindo seu papel de mediador (Isaías 53:12). A intercessão de Jesus não é apenas um evento passado, mas uma ação contínua no céu, onde Ele atua a nosso favor. YouTube YouTube +1

Jesus voltando

Jesus ensinou que ter a presença de Deus e confiar nele traz verdadeira paz, mesmo em meio às dificuldades do mundo. Aqui estão os pontos principais sobre essa promessa de paz, baseados nos ensinamentos bíblicos: Paz em Meio às Aflições (João 16:33): Jesus reconhece que "no mundo tereis aflições", mas diz: "Tenho-vos dito isso, para que em mim tenhais paz". A paz que Ele oferece não depende da ausência de problemas, mas de sua presença interna. Paz que Excede o Entendimento (Filipenses 4:7): É descrita como uma paz que vai além da compreensão humana, capaz de guardar o coração e a mente. A "Minha" Paz (João 14:27): Jesus diferencia a paz que Ele dá da paz que o mundo oferece. A paz dele é interior, segura e permanente. Confiança em Deus (Romanos 15:13): A Bíblia menciona que o Deus da esperança nos enche de toda alegria e paz por meio da nossa confiança nele. Justificados pela Fé (Romanos 5:1): Ao termos fé em Jesus, somos reconciliados com Deus, o que gera paz interior. YouTube YouTube +5 Em resumo, a paz mencionada por Jesus não é a ausência de conflitos, mas a serenidade interna e a segurança espiritual de saber que Deus está no controle e venceu o mundo. YouTube YouTube +1

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026

Jesus fala sobre os exercícios espirituais da quaresma+9Jesus fala sobre os exercícios espirituais da Quaresma principalmente no Evangelho de Mateus (capítulo 6,1-18), quando instrui seus discípulos sobre como viver a esmolas, a oração e o jejum de forma autêntica. Ele enfatiza que essas práticas não devem ser exibicionistas (para serem vistas pelos homens), mas sim um diálogo íntimo com o Pai, que "vê o que está escondido". YouTubeYouTube +2Aqui estão os ensinamentos de Jesus sobre os três pilares, segundo o Evangelho:Esmola (Caridade): Jesus diz que quando se der esmola, não se deve tocar trombeta diante de si (para exibir a bondade). Ele instrui: "que a tua mão esquerda não saiba o que faz a tua mão direita", ou seja, a esmola deve ser feita em oculto, por amor e não por autopromoção.Oração: Jesus critica os hipócritas que rezam em pé nas sinagogas e esquinas para serem admirados. Ele ensina: "quando tu orares, entra no teu quarto, fecha a porta e reza ao teu Pai que está oculto". Ele ensina a oração do Pai Nosso, focando na intimidade filial.Jejum (Penitência): Jesus instrui que, ao jejuar, não se deve ficar com o rosto triste ou disfarçar o rosto para parecer piedoso. Ele diz: "perfuma a cabeça e lava o rosto para que os homens não vejam que tu estás jejuando". O jejum deve ser um exercício interior de domínio próprio e não um espetáculo externo. YouTubeYouTube +4O Propósito EspiritualImitação de Jesus: A Quaresma, com seus 40 dias, remete ao período que Jesus passou no deserto, jejuando e rezando antes de iniciar sua missão.Conversão e Combate Espiritual: É um tempo de desapego do pecado, rejeição de tentações (sucesso, poder, bem-estar) e renovação da fé.Foco no Interno: Jesus transforma a prática da justiça, exigindo que a oração, jejum e caridade nasçam de um coração convertido, e não apenas de observâncias exteriores. Minha Biblioteca CatólicaMinha Biblioteca Católica +3

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026

Embora os Evangelhos registrem Jesus focando mais intensamente na redenção humana, a teologia bíblica baseada em seus ensinamentos—especialmente expandida por Paulo em Romanos 8—apresenta a natureza como uma criação que sofre as consequências da queda do homem, mas que aguarda ansiosamente a restauração final.Aqui estão os pontos principais sobre o que Jesus e a Bíblia ensinam sobre a natureza que sofre:Gemidos de Dores de Parto (Esperança na Redenção): A Escritura descreve que a "criação geme e sofre dores de parto" (Romanos 8:22). Esse sofrimento não é em vão, mas é comparado a dores de parto, indicando que a dor atual precede uma nova vida ou restauração futura.A Natureza Sofre por Causa do Pecado Humano: A criação foi sujeita à vaidade e à corrupção (morte, desastres, decadência) não por vontade própria, mas por causa do pecado do homem. A natureza reflete o estado de corrupção, incluindo terremotos, fomes e pestes (citados por Jesus em Lucas 21:11).Aguardando a Libertação: A natureza é retratada como "com o pescoço esticado", esperando a manifestação dos filhos de Deus (Romanos 8:19). Isso significa que a plena restauração do meio ambiente está ligada à redenção final dos seres humanos.O Plano de Regeneração: Jesus menciona a "regeneração" de todas as coisas, o que aponta para um tempo de renovação cósmica, um novo céu e uma nova terra, onde a natureza será liberta do cativeiro da corrupção.A Natureza como Criação de Deus: Jesus frequentemente usava a natureza em suas parábolas para mostrar o cuidado de Deus (pássaros, lírios do campo), sugerindo que ela pertence a Ele e, portanto, tem um valor intrínseco, sofrendo por estar longe de sua glória original.

Expressiva

Sim, Jesus ensinou e demonstrou que o Criador é fiel a todo tempo, enfatizando a confiança na providência divina e no caráter inabalável de Deus, mesmo em tempos de incerteza. YouTubeYouTube +1Aqui estão os pontos principais sobre como Jesus e o Novo Testamento abordam a fidelidade de Deus:Deus é o Fiel Criador (1 Pedro 4:19): Embora a frase exata "fiel Criador" apareça em 1 Pedro, ela reflete a totalidade do ensinamento bíblico sobre Deus, que sustenta sua criação. Como Criador, Ele não abandona o que fez e é digno de confiança, especialmente no sofrimento.Jesus como Testemunha Fiel (Apocalipse 3:14): Jesus é descrito no Apocalipse como "o Amém, a testemunha fiel e verdadeira", demonstrando a própria fidelidade de Deus na prática, sendo o exemplo máximo da fidelidade divina.Fidelidade na Provisão (Mateus 6:25-34): Jesus ensinou a não andar ansiosos, pois o Pai celestial cuida das aves e veste os lírios. Isso reflete um Deus fiel que supre as necessidades de seus filhos, sendo a base para a confiança.Permanecer Fiel, Mesmo na Infidelidade Humana (2 Timóteo 2:13): A Bíblia destaca que, mesmo quando os seres humanos são infiéis, Deus permanece fiel, pois ele não pode negar a si mesmo.Fidelidade nas Tentações (1 Coríntios 10:13): Deus é fiel e não permitirá que seus filhos sejam tentados além de suas forças, providenciando o meio de escape. williamstricklandblog.comwilliamstricklandblog.com +6Em resumo, o ensino de Jesus aponta que a fidelidade de Deus é incomparável e o atributo central de seu amor, prometendo que Ele nunca deixará de cumprir suas promessas.