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segunda-feira, 27 de julho de 2026
Sim, a Bíblia traz essa promessa de forma muito clara. Jesus e os escritores bíblicos afirmam que Deus é onipresente (está em todo lugar) e que a Sua presença protetora nos acompanha onde quer que formos.Alguns exemplos marcantes na Bíblia confirmam isso:As palavras de Jesus: Em Mateus 28:20, antes de subir aos céus, Jesus faz uma promessa definitiva aos seus seguidores: "E eis que estou convicto... convosco todos os dias, até à consumação dos séculos". Ele também disse que "onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles" (Mateus 18:20).A promessa a Josué: Em Josué 1:9, Deus diz: "Sê forte e corajoso; não temas, nem te espantes, porque o Senhor, teu Deus, é contigo por onde quer que andares".A certeza do amor de Deus: No Novo Testamento, o apóstolo Paulo escreve em Romanos 8:38-39 que nada — nem a morte, nem a vida, nem o presente ou o futuro — é capaz de nos separar do amor de Deus que está em Cristo Jesus.O Salmo 139: O salmista reforça que, se subirmos aos céus ou fizermos a nossa cama no mais profundo abismo, lá Deus estará nos guiando e sustentando com Sua mão.Portanto, a mensagem central é que a proteção e a presença de Deus não dependem de um lugar físico específico, mas do Seu compromisso de cuidar daqueles que confiam nele.Gostaria que eu compartilhe e explique mais algum versículo específico sobre conforto e proteção para este momento?
domingo, 26 de julho de 2026
Na Bíblia, Jesus não dá uma definição teológica abstrata sobre o silêncio de Deus, mas Ele nos ensina muito sobre isso através de suas próprias atitudes, parábolas e, principalmente, por meio de sua experiência pessoal.Os principais pontos sobre o silêncio de Deus na perspectiva de Jesus incluem:1. A oração persistente (A Parábola do Juiz Iníquo)Em Lucas 18:1-8, Jesus conta a história de uma viúva que importunava um juiz injusto para conseguir justiça. Jesus usa essa parábola para ensinar que os discípulos devem orar sempre e nunca desfalecer, mesmo quando parece que Deus demora a responder. O silêncio, nesse contexto, não é ausência de cuidado, mas um convite à perseverança e à confiança de que Deus honrará os seus escolhidos.2. O silêncio como preparação (A morte de Lázaro)Quando Lázaro ficou doente, suas irmãs mandaram chamar Jesus. A Bíblia diz que, embora Jesus os amasse muito, Ele demorou mais dois dias onde estava antes de ir (João 11). Durante esse tempo de "silêncio" e aparente ausência, Lázaro morreu. No entanto, Jesus revelou depois que aquela situação não terminaria em morte, mas serviria para a glória de Deus. Isso nos ensina que, às vezes, o silêncio de Deus é o tempo em que Ele está preparando um milagre maior.3. A angústia e a entrega na Cruz (A maior lição)O momento mais profundo sobre o silêncio de Deus na vida de Jesus ocorreu na cruz, quando Ele clamou em voz alta: "Eli, Eli, lemá sabactâni?" (que significa: "Deus meu, Deus meu, por que me abandonastes?" - Mateus 27:46).Nesse instante, Jesus experimentou o ápice do silêncio do Pai, carregando o peso do pecado da humanidade. Mesmo diante desse silêncio aterrorizante e da dor, a última palavra de Jesus antes de morrer foi de total entrega: "Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito" (Lucas 23:46). Ele nos ensina a confiar em Deus mesmo quando não sentimos a Sua presença.4. A importância do recolhimento (O exemplo de Jesus)Jesus frequentemente se retirava para lugares desertos e solitários para orar (Lucas 5:16). Para Jesus, o silêncio não era um vazio ou um castigo, mas o ambiente ideal para se conectar com o Pai, longe das multidões e das distrações do mundo.Podemos concluir que, para Jesus, o silêncio de Deus nunca significa abandono ou falta de amor, mas sim um espaço para exercitarmos a nossa fé, demonstrarmos paciência e fortalecermos a nossa intimidade com Ele.Você gostaria de explorar como lidar com esse sentimento de "silêncio" em algum desafio ou área específica da sua vida hoje?Catequese de Bento XVI - O silêncio de Deus - 07/03/12 - Notícias7 de mar. de 2012 — A cruz de Cristo não mostra somente o silêncio de Jesus como sua última palavra ao Pai, mas também revela que Deus fala através do silêncio: "O silêncio de Deus...Notícias - Canção Nova
sábado, 25 de julho de 2026
Sim, tanto Jesus quanto a Bíblia falam extensamente sobre a reta final da história humana, comumente chamada de "o fim dos tempos" ou "os últimos dias".Os principais pontos revelados nas Escrituras incluem:O Discurso do Monte das Oliveiras (Mateus 24): Jesus descreveu de forma clara os sinais que antecederiam o fim dos tempos, como guerras, rumores de guerras, fomes, terremotos em vários lugares, surgimento de falsos profetas e perseguição aos cristãos. Ele enfatizou que essas coisas seriam o "princípio das dores".A incerteza do momento: Jesus deixou claro que ninguém sabe o dia nem a hora exata dessa reta final, a não ser Deus o Pai, comparando a surpresa da sua vinda aos dias de Noé (Mateus 24:36, 42).O propósito central: A Bíblia retrata o fim não apenas como destruição ou catástrofes, mas como a vitória definitiva de Cristo, o encerramento do mal e a restauração de todas as coisas, culminando na Nova Jerusalém e na vida eterna com Deus (Apocalipse 21).Jesus como o Alfa e o Ômega: No livro de Apocalipse, o próprio Cristo se define como o "Princípio e o Fim", indicando que a história está sob Seu controle do começo ao desfecho final.Gostaria de examinar com mais detalhes algum texto bíblico específico (como Mateus 24 ou o livro de Apocalipse) sobre esse assunto?
quinta-feira, 23 de julho de 2026
Na Bíblia, Jesus nos ensina que o perdão de Deus é um presente imerecido e que a nossa resposta natural a esse amor deve ser uma vida de gratidão, humildade e misericórdia para com o próximo.Embora Jesus não tenha deixado uma fórmula exata de "como agradecer", os Evangelhos e os ensinos apostólicos nos mostram claramente como Ele espera que essa gratidão seja expressa no nosso dia a dia:1. A Gratidão se manifesta em generosidade (O Perdão Mútuo)Jesus ensina que a maior forma de demonstrar gratidão por termos sido perdoados é perdoar aqueles que nos ofendem.O que Ele diz: Em Mateus 6:14-15, Jesus é claro: "Se perdoarem as ofensas uns dos outros, o Pai celestial também perdoará vocês. Mas, se não perdoarem uns aos outros, o Pai celestial não perdoará as ofensas de vocês".O significado: A gratidão pelo perdão recebido nos transforma, impedindo que guardemos mágoas e ressentimentos.2. A Gratidão reconhece a nossa necessidade dEleJesus nos ensina a ser humildes. Na Parábola do Fariseu e do Publicano (Lucas 18:9-14), Jesus mostra que Deus perdoa quem reconhece seus erros com sinceridade, e não aqueles que se acham justos e sem pecados.A Atitude: Agradecer pelo perdão é reconhecer diariamente que precisamos da graça de Jesus para viver.3. A Gratidão é celebrada em comunhão com DeusO próprio Jesus instituiu a Santa Ceia como um momento de memória e ação de graças pelo sacrifício que Ele fez na cruz para nos perdoar (Mateus 26:26-28). Ele nos convida a lembrar desse ato de amor com alegria e reverência.4. A confissão contínua como estilo de vida de gratidãoA carta de 1 João 1:9 resume o que os cristãos aprenderam dos ensinamentos de Jesus: "Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça".Agradecer: Agradecer pelo perdão significa que, quando falhamos, não fugimos de Deus, mas corremos até Ele em confissão, confiantes em Sua misericórdia.
quarta-feira, 22 de julho de 2026
domingo, 19 de julho de 2026
Jesus não usa a expressão exata "não negociar princípios", mas ensina que a verdade e a vontade de Deus são inegociáveis. Ele destaca que o ser humano não deve se corromper por vantagens terrenas (Marcos 8:36) e que a obediência deve ser absoluta, rejeitando qualquer hipocrisia ou relativização moral (Mateus 5:37; Mateus 6:24).Se você quiser, posso detalhar:Passagens específicas onde Jesus confronta a religiosidade sem princípios.Exemplos práticos de como aplicar esses ensinamentos no dia a dia.Qual desses pontos você gostaria de explorar agora?38:34Não negocie seus valores e princípios | Rev. Hernandes Dias
sexta-feira, 10 de julho de 2026
Na Bíblia, o conceito de escape está frequentemente ligado a encontrar refúgio, livramento ou um caminho para resistir às dificuldades. Embora Jesus não tenha pregado uma fuga física das responsabilidades da vida, as escrituras oferecem ensinamentos específicos sobre como encontrar uma saída para as provações e a tentação.O escape nas EscriturasO Escape da Tentação: Em 1 Coríntios 10:13, está registrado que Deus é fiel e não permitirá que você seja tentado além do que pode suportar. Juntamente com a tentação, Ele providenciará um "escape" (ou via de livramento) para que seja possível suportá-la.Fugir do Mal: O apóstolo Paulo orienta os cristãos em 1 Tessalonicenses 5:22 a "fugir da aparência do mal", indicando que, em certos momentos de tentação, o recuo é a escolha mais sábia.Advertência e Fuga: Durante o seu ministério terreno, conforme relatado em Mateus 24:20-22, Jesus alertou seus seguidores sobre momentos de grande aflição no futuro, orientando-os a orar para que a fuga de situações perigosas não fosse impedida por circunstâncias adversas.Você gostaria de explorar passagens específicas sobre como lidar com tentações, como encontrar paz em momentos de ansiedade, ou a história do escape para o Egito?
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