sexta-feira, 16 de janeiro de 2026

Jesus ensina que o lar deve ser um lugar de paz, alicerçado no amor e nos Seus ensinamentos, e que a verdadeira família transcende os laços de sangue, incluindo todos os que fazem a vontade de Deus. Sobre o LarPaz e Acolhimento: Jesus sugere que o lar deve ser um ambiente de paz e acolhimento, onde a presença de Deus pode ser encontrada. É um lugar para refazer as energias e alimentar-se de afeto.Fundamento em Cristo: Para lidar com os desafios da vida, Jesus ensina a edificar a casa (vida e sentimentos) sobre a rocha firme, que são os Seus valores e ensinamentos.Responsabilidade Compartilhada: A construção de um lar forte e saudável é uma responsabilidade de todos os membros, através de pequenas gentilezas e boa vontade mútua. Sobre Filhos e FilhasEmbora muitas instruções diretas sobre a relação entre pais e filhos venham dos apóstolos (como Paulo em Efésios 6:1-4), os ensinamentos de Jesus fornecem a base para essas diretrizes: Valorização das Crianças: Jesus demonstrou grande apreço pelas crianças, pedindo que elas se aproximassem Dele e afirmando que o Reino dos Céus pertence a pessoas com qualidades semelhantes às delas (Mateus 19:14).Educação e Disciplina: Os pais são instruídos a criar os filhos na "doutrina e admoestação do Senhor" e a não os irritar, mas a educá-los com amor, paciência e compreensão.Obediência e Honra: O mandamento de "honrar pai e mãe" é reforçado no Novo Testamento, sendo o primeiro mandamento com promessa (longevidade e bem-estar). A obediência dos filhos aos pais é vista como justa e correta. A Família EspiritualUm dos ensinamentos mais marcantes de Jesus é a expansão do conceito de família. Quando questionado sobre Sua mãe e irmãos, Ele respondeu: “Todo aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus, esse é meu irmão, minha irmã e minha mãe” (Mateus 12:50). Isso não desvaloriza a família de sangue, mas enfatiza a importância dos laços espirituais e da obediência a Deus como o fundamento da conexão mais profunda.

terça-feira, 13 de janeiro de 2026

Sim, a Bíblia enfatiza fortemente a gratidão em todas as circunstâncias e desencoraja a reclamação ou murmuração. As passagens-chave instruem os seguidores a adotar uma atitude de gratidão como parte da vontade de Deus. Principais Ensinamentos Bíblicos:1 Tessalonicenses 5:18: Este é um dos versículos mais diretos sobre o assunto: "Em tudo dai graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco". Isso significa ser grato não apenas pelas coisas boas, mas em todas as situações, reconhecendo a soberania de Deus mesmo em meio às dificuldades.Filipenses 2:14: A exortação é clara: "Fazei tudo sem murmurações nem contendas". A murmuração é vista como um pecado que reflete ingratidão e falta de confiança em Deus.Filipenses 4:6: Paulo instrui a não andar ansioso, mas a apresentar pedidos a Deus com "ação de graças". A gratidão anda de mãos dadas com a oração e a confiança, o oposto da reclamação ansiosa.A história de Israel no deserto: A Bíblia usa o exemplo do povo de Israel, que murmurou e reclamou constantemente no deserto, apesar da provisão diária de Deus (maná, água, etc.). Essa atitude de ingratidão impediu que aquela geração entrasse na terra prometida. A Diferença entre Reclamar e DesabafarA Bíblia não proíbe expressar dor ou clamar a Deus em meio ao sofrimento. Nos Salmos, por exemplo, Davi frequentemente desabafa sobre seus problemas e angústias, mas ele sempre termina com um ato de confiança e gratidão a Deus. A diferença fundamental é que a reclamação (ou murmuração) é uma atitude de insatisfação persistente e ingratidão que rouba a paz, enquanto a oração e o desabafo bíblico são formas de entregar a situação a Deus com fé, o que leva à paz e à gratidão. Em resumo, a mensagem é que a gratidão muda nossa perspectiva diante dos problemas e nos aproxima de Deus, enquanto a reclamação nos afasta e nos impede de ver Suas bênçãos.

Expressiva

Jesus fala sobre os exercícios espirituais da quaresma+9Jesus fala sobre os exercícios espirituais da Quaresma principalmente no Evangelho de Mateus (capítulo 6,1-18), quando instrui seus discípulos sobre como viver a esmolas, a oração e o jejum de forma autêntica. Ele enfatiza que essas práticas não devem ser exibicionistas (para serem vistas pelos homens), mas sim um diálogo íntimo com o Pai, que "vê o que está escondido". YouTubeYouTube +2Aqui estão os ensinamentos de Jesus sobre os três pilares, segundo o Evangelho:Esmola (Caridade): Jesus diz que quando se der esmola, não se deve tocar trombeta diante de si (para exibir a bondade). Ele instrui: "que a tua mão esquerda não saiba o que faz a tua mão direita", ou seja, a esmola deve ser feita em oculto, por amor e não por autopromoção.Oração: Jesus critica os hipócritas que rezam em pé nas sinagogas e esquinas para serem admirados. Ele ensina: "quando tu orares, entra no teu quarto, fecha a porta e reza ao teu Pai que está oculto". Ele ensina a oração do Pai Nosso, focando na intimidade filial.Jejum (Penitência): Jesus instrui que, ao jejuar, não se deve ficar com o rosto triste ou disfarçar o rosto para parecer piedoso. Ele diz: "perfuma a cabeça e lava o rosto para que os homens não vejam que tu estás jejuando". O jejum deve ser um exercício interior de domínio próprio e não um espetáculo externo. YouTubeYouTube +4O Propósito EspiritualImitação de Jesus: A Quaresma, com seus 40 dias, remete ao período que Jesus passou no deserto, jejuando e rezando antes de iniciar sua missão.Conversão e Combate Espiritual: É um tempo de desapego do pecado, rejeição de tentações (sucesso, poder, bem-estar) e renovação da fé.Foco no Interno: Jesus transforma a prática da justiça, exigindo que a oração, jejum e caridade nasçam de um coração convertido, e não apenas de observâncias exteriores. Minha Biblioteca CatólicaMinha Biblioteca Católica +3