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terça-feira, 21 de outubro de 2025

Jesus voltará

Jesus, ao falar sobre a sua segunda vinda, enfatizou a incerteza do momento exato para que seus seguidores vivessem em constante vigilância e prontidão. Ele usou diversas parábolas e comparações para ilustrar esse ponto. 
A vinda inesperada
Virá como um ladrão à noite: Esta é uma das comparações mais diretas que Jesus e os apóstolos usam. Assim como um ladrão chega sem aviso, a vinda do Senhor pegará de surpresa aqueles que estiverem despreparados, ou seja, os que estiverem distraídos com os assuntos do mundo. 
A incerteza do tempo
"Não sabeis o dia nem a hora": Em Mateus 24:36, Jesus afirma categoricamente que ninguém sabe o dia ou a hora de sua volta, "nem os anjos dos céus, nem o Filho, senão o Pai". Essa afirmação ressalta a soberania de Deus sobre o tempo e a necessidade de a humanidade estar sempre pronta. 
A necessidade de vigilância
Parábola das Dez Virgens: Em Mateus 25:1-13, Jesus conta a história de dez virgens que esperavam o noivo. Cinco eram prudentes e levaram azeite extra, enquanto as outras cinco eram imprudentes. Com a demora do noivo, todas adormeceram. Quando ele finalmente chegou, apenas as prudentes estavam preparadas e puderam entrar na festa de casamento. A mensagem final é clara: "Vigiai, pois não sabeis o dia nem a hora".
Parábola do servo fiel: Em Mateus 24:42-44, Jesus compara sua volta à chegada de um senhor de casa que, se soubesse a que hora da noite o ladrão viria, ficaria vigiando. Ele exorta seus discípulos a estarem sempre preparados, pois "o Filho do Homem virá à hora em que não pensais". 
A forma da vinda
Como um relâmpago: Jesus compara a sua vinda a um relâmpago que "vem do oriente e se mostra no ocidente" (Mateus 24:27), indicando que será um evento repentino e visível para todos. A volta de Cristo não será em segredo ou em um lugar isolado, mas visível e inegável. 
Em suma, as mensagens de Jesus sobre sua vinda a qualquer momento são um chamado à vigilância e à preparação constante, não para viver com medo, mas com esperança e fazendo a vontade de Deus enquanto se aguarda seu retorno. 

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Expressiva

A Bíblia não usa a palavra "drogas" (já que o termo moderno não existia na época), mas aborda diretamente o conceito de vício, dependência e perda do autocontrole através da embriaguez e da falta de domínio próprio.A mensagem central das Escrituras é que Deus deseja a liberdade do ser humano, e qualquer substância que escravize a mente e o corpo afasta a pessoa do plano original de Deus.Abaixo, veja o que a Bíblia ensina sobre o assunto, dividido por temas principais:1. A perda do autocontrole e a ilusãoA Bíblia alerta que o álcool e outras substâncias que alteram a mente prometem alívio, mas entregam destruição e zombaria.Provérbios 20:1: "O vinho é zombador e a bebida esbanjadora; quem se deixa levar por eles não é sábio."Provérbios 23:29-32: Descreve com precisão a ressaca, o vício e o efeito destrutivo: "Para quem são os ais? Para quem as tristezas? [...] Para os que se demoram perto do vinho [...]. No fim, ele morde como cobra e envenena como víbora."2. O corpo como Templo do Espírito SantoPara o cristianismo, o corpo humano não pertence apenas ao indivíduo, mas é a morada de Deus. Destruir o corpo com substâncias tóxicas viola esse princípio.1 Coríntios 6:19-20: "Acaso não sabem que o corpo de vocês é santuário do Espírito Santo que habita em vocês [...]? Vocês foram comprados por alto preço. Portanto, glorifiquem a Deus com o próprio corpo."3. A escravidão espiritual e físicaO vício é visto espiritualmente como uma forma de escravidão. O cristão é chamado para ser livre e controlado apenas pelo Espírito de Deus.1 Coríntios 6:12: "Tudo me é permitido, mas nem tudo convém. Tudo me é permitido, mas eu não deixarei que nada me domine."Efésios 5:18: "Não se embriaguem com vinho, que leva à libertação total [ou devassidão], mas deixem-se encher pelo Espírito." (Este versículo faz um contraste direto: em vez de buscar a alteração de consciência pelas substâncias, o crente deve buscar a plenitude em Deus).4. O que Jesus pensa sobre isso?Jesus veio para libertar os cativos e curar os quebrantados de coração (Lucas 4:18).Ele não olha para o dependente químico com condenação, mas com profunda compaixão e misericórdia.Jesus enxerga o vício como uma prisão espiritual e emocional, e se oferece como a verdadeira fonte de satisfação: "Se o Filho os libertar, vocês serão verdadeiramente livres" (João 8:36).Ele entende que o vício geralmente esconde uma dor profunda, um vazio ou um trauma, e deseja curar a raiz do problema, não apenas o sintoma.Se você ou alguém que você conhece está enfrentando problemas com a dependência de drogas ou álcool, lembre-se de que a fé e o apoio médico/psicológico caminham juntos no processo de libertação e cura.Para ajudar a aprofundar essa conversa, você gostaria de:Versículos bíblicos de consolo e força para momentos de crise?Entender como a igreja e a ajuda profissional podem trabalhar juntas?Algum conselho sobre como ajudar um familiar nessa situação?