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Jesus Cristo ensina que buscar o reconhecimento pessoal é uma atitude contrária aos propósitos divinos, advertindo que o foco deve estar unicamente na exaltação e na vontade de Deus. Ele demonstrou esse princípio através de suas próprias palavras e atitudes.Os principais ensinamentos de Jesus sobre este tema incluem:O Exemplo da Humildade: Em João 7:18, Jesus afirma que "quem fala em seu próprio nome está procurando ser elogiado, mas quem quer conseguir louvores para aquele que o enviou, esse é honesto, e não há falsidade nele."A Glória vem do Pai: Ele recusava buscar sua própria glória humana, declarando em João 8:50: "Eu não procuro a minha própria glória; há quem a busque e julgue." Jesus confiava que a verdadeira honra provém de Deus.O Perigo da Hipocrisia: No Sermão do Monte, registrado em Mateus 6:1-2, Jesus adverte severamente contra a prática de boas obras (como ajudar os necessitados ou orar) com a intenção de ser visto e elogiado pelas pessoas. Ele alerta que aqueles que fazem isso por vaidade já recebem sua única recompensa e perdem o galardão celestial.A Intenção das Boas Obras: Em vez da auto-promoção, Jesus instrui em Mateus 5:16 a praticar o bem de tal forma que as pessoas vejam as boas ações e, consequentemente, glorifiquem a Deus, e não a quem as executou.Se você tem interesse em aprofundar esse tema, podemos explorar:Passagens bíblicas específicas sobre humildade e orgulho.Ensinamentos sobre como alinhar nossas ações diárias com a vontade de Deus.Exemplos práticos de como servir sem buscar reconhecimento.De qual dessas áreas você gostaria de saber mais?
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Embora a palavra hebraica Shekinah (habitação/presença) não apareça diretamente na Bíblia, ela descreve a presença gloriosa de Deus. Jesus manifesta a Shekinah ao encarnar-se, tornando-se Deus habitando entre os homens. Jesus é a própria Glória visível, o "verbo que se fez carne e habitou entre nós".Pontos-chave sobre Jesus e a Shekinah:A Nova Habitação: Jesus substitui o Tabernáculo e o Templo físicos; Ele é o local onde a presença de Deus reside na terra.Glória Manifestada: No episódio da Transfiguração (Mateus 17), Jesus revela sua Shekinah indizível, onde a voz do Pai confirma sua divindade, similar à nuvem no Antigo Testamento.Presença Contínua: Jesus, ao prometer estar com seus seguidores até o fim, estende essa Shekinah (presença habitadora) através do Espírito Santo e na Eucaristia.O conceito, desenvolvido no judaísmo pós-bíblico, refere-se à glória visível de Deus (anteriormente a nuvem/coluna de fogo) que agora é perfeitamente revelada na pessoa de Jesus Cristo.
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Jesus fala sobre o louvor em diversos momentos da Bíblia, enfatizando sua importância e significado. Ele destaca que o louvor deve ser sincero, vindo do coração, e direcionado a Deus como forma de gratidão e reconhecimento por suas bênçãos e feitos. O louvor também é visto como um sacrifício agradável a Deus, especialmente quando expresso através de lábios que confessam a fé em Jesus. Pontos relevantes:Louvor como fruto do coração:A Bíblia diz que o louvor deve ser um fruto genuíno do coração, expressando gratidão e adoração a Deus. Louvor e confissão:Confessar o nome de Jesus e reconhecer seus méritos são ações que acompanham o louvor, demonstrando fé e confiança no sacrifício de Cristo. Louvor como sacrifício:O sacrifício de louvor é oferecido a Deus por meio de Jesus, expressando gratidão e reconhecendo suas maravilhas. Louvor e alegria:O louvor pode trazer alegria e transformar a tristeza em celebração, como ilustrado em diversos textos bíblicos. Louvor de crianças:Jesus também mencionou o louvor vindo da boca das crianças como algo puro e perfeito. Louvor e adoração:O louvor é frequentemente associado à adoração, como uma forma de reconhecer a grandeza e a santidade de Deus.
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