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Embora a palavra hebraica Shekinah (habitação/presença) não apareça diretamente na Bíblia, ela descreve a presença gloriosa de Deus. Jesus manifesta a Shekinah ao encarnar-se, tornando-se Deus habitando entre os homens. Jesus é a própria Glória visível, o "verbo que se fez carne e habitou entre nós".Pontos-chave sobre Jesus e a Shekinah:A Nova Habitação: Jesus substitui o Tabernáculo e o Templo físicos; Ele é o local onde a presença de Deus reside na terra.Glória Manifestada: No episódio da Transfiguração (Mateus 17), Jesus revela sua Shekinah indizível, onde a voz do Pai confirma sua divindade, similar à nuvem no Antigo Testamento.Presença Contínua: Jesus, ao prometer estar com seus seguidores até o fim, estende essa Shekinah (presença habitadora) através do Espírito Santo e na Eucaristia.O conceito, desenvolvido no judaísmo pós-bíblico, refere-se à glória visível de Deus (anteriormente a nuvem/coluna de fogo) que agora é perfeitamente revelada na pessoa de Jesus Cristo.
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Jesus não fala diretamente sobre o beijo na mão. No entanto, os Evangelhos mencionam um beijo usado por Judas como um sinal de traição (Mateus 26:48-50, Marcos 14:43-45, Lucas 22:47-48) e um beijo como forma de saudação e respeito (Cânticos 1:2). Beijo na mão e traição:Em Mateus 26, Judas usa um beijo como um sinal para os soldados que o prendem, indicando a Jesus (Mateus 26:48-50). Essa narrativa é repetida em Marcos e Lucas, com algumas variações, mas sempre com a mesma ideia de traição por meio de um beijo (Marcos 14:43-45, Lucas 22:47-48). Beijo como saudação e respeito:O Cântico dos Cânticos menciona um beijo como forma de expressão de amor e carinho (Cânticos 1:2). Em outros contextos, o beijo pode ser uma forma de saudação ou de mostrar respeito, como no caso de beijar as mãos de um sacerdote recém-ordenado (isto é, o beija-mãos). Beija-mãos:O beija-mãos é um gesto tradicional que os fiéis praticam com os sacerdotes recém-ordenados, como forma de respeito e devoção.Tem origem nos tempos de Jesus, quando as pessoas beijavam as mãos de Jesus para receberem a sua bênção. Em resumo:Jesus não fala explicitamente sobre o beijo na mão, mas os Evangelhos mencionam um beijo usado como sinal de traição e outro como forma de saudação e respeito. O beija-mãos é uma tradição que tem origem nos tempos de Jesus, com o significado de respeito e devoção. Jesus não fala diretamente sobre o beijo na mão. No entanto, os Evangelhos mencionam um beijo usado por Judas como um sinal de traição (Mateus 26:48-50, Marcos 14:43-45, Lucas 22:47-48) e um beijo como forma de saudação e respeito (Cânticos 1:2).
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Embora a palavra hebraica Shekinah (habitação/presença) não apareça diretamente na Bíblia, ela descreve a presença gloriosa de Deus. Jesus manifesta a Shekinah ao encarnar-se, tornando-se Deus habitando entre os homens. Jesus é a própria Glória visível, o "verbo que se fez carne e habitou entre nós".Pontos-chave sobre Jesus e a Shekinah:A Nova Habitação: Jesus substitui o Tabernáculo e o Templo físicos; Ele é o local onde a presença de Deus reside na terra.Glória Manifestada: No episódio da Transfiguração (Mateus 17), Jesus revela sua Shekinah indizível, onde a voz do Pai confirma sua divindade, similar à nuvem no Antigo Testamento.Presença Contínua: Jesus, ao prometer estar com seus seguidores até o fim, estende essa Shekinah (presença habitadora) através do Espírito Santo e na Eucaristia.O conceito, desenvolvido no judaísmo pós-bíblico, refere-se à glória visível de Deus (anteriormente a nuvem/coluna de fogo) que agora é perfeitamente revelada na pessoa de Jesus Cristo.
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