quarta-feira, 29 de janeiro de 2025

?📖 “Pois tu formaste o meu interior, tu me teceste no ventre de minha mãe. Graças te dou, visto que, de modo assombrosamente maravilhoso me formaste. As tuas obras são admiráveis e a minha alma o sabe muito bem.” - Salmos 139:13-14. 🌿 Primeiro passo: coloque seu coração diante do Senhor e peça a Ele que traga conforto.15 de jul. de 2024 Porque somos feitura dele, criados em Cristo Jesus para boas obras, as quais Deus preparou para que andássemos nelas.” (Ef 2,10) “E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo.” (Mt 22, 39)15 de ago. de 2024

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Expressiva

Embora os Evangelhos registrem Jesus focando mais intensamente na redenção humana, a teologia bíblica baseada em seus ensinamentos—especialmente expandida por Paulo em Romanos 8—apresenta a natureza como uma criação que sofre as consequências da queda do homem, mas que aguarda ansiosamente a restauração final.Aqui estão os pontos principais sobre o que Jesus e a Bíblia ensinam sobre a natureza que sofre:Gemidos de Dores de Parto (Esperança na Redenção): A Escritura descreve que a "criação geme e sofre dores de parto" (Romanos 8:22). Esse sofrimento não é em vão, mas é comparado a dores de parto, indicando que a dor atual precede uma nova vida ou restauração futura.A Natureza Sofre por Causa do Pecado Humano: A criação foi sujeita à vaidade e à corrupção (morte, desastres, decadência) não por vontade própria, mas por causa do pecado do homem. A natureza reflete o estado de corrupção, incluindo terremotos, fomes e pestes (citados por Jesus em Lucas 21:11).Aguardando a Libertação: A natureza é retratada como "com o pescoço esticado", esperando a manifestação dos filhos de Deus (Romanos 8:19). Isso significa que a plena restauração do meio ambiente está ligada à redenção final dos seres humanos.O Plano de Regeneração: Jesus menciona a "regeneração" de todas as coisas, o que aponta para um tempo de renovação cósmica, um novo céu e uma nova terra, onde a natureza será liberta do cativeiro da corrupção.A Natureza como Criação de Deus: Jesus frequentemente usava a natureza em suas parábolas para mostrar o cuidado de Deus (pássaros, lírios do campo), sugerindo que ela pertence a Ele e, portanto, tem um valor intrínseco, sofrendo por estar longe de sua glória original.