sábado, 21 de outubro de 2023

¹ O SENHOR é o meu pastor, nada me faltará.² Deitar-me faz em verdes pastos, guia-me mansamente a águas tranqüilas.³ Refrigera a minha alma; guia-me pelas veredas da justiça, por amor do seu nome.⁴ Ainda que eu andasse pelo vale da sombra da morte, não temeria mal algum, porque tu estás comigo; a tua vara e o teu cajado me consolam.⁵ Preparas uma mesa perante mim na presença dos meus inimigos, unges a minha cabeça com óleo, o meu cálice transborda.⁶ Certamente que a bondade e a misericórdia me seguirão todos os dias da minha vida; e habitarei na casa do Senhor Salmos 23:1-6

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Expressiva

Embora os Evangelhos registrem Jesus focando mais intensamente na redenção humana, a teologia bíblica baseada em seus ensinamentos—especialmente expandida por Paulo em Romanos 8—apresenta a natureza como uma criação que sofre as consequências da queda do homem, mas que aguarda ansiosamente a restauração final.Aqui estão os pontos principais sobre o que Jesus e a Bíblia ensinam sobre a natureza que sofre:Gemidos de Dores de Parto (Esperança na Redenção): A Escritura descreve que a "criação geme e sofre dores de parto" (Romanos 8:22). Esse sofrimento não é em vão, mas é comparado a dores de parto, indicando que a dor atual precede uma nova vida ou restauração futura.A Natureza Sofre por Causa do Pecado Humano: A criação foi sujeita à vaidade e à corrupção (morte, desastres, decadência) não por vontade própria, mas por causa do pecado do homem. A natureza reflete o estado de corrupção, incluindo terremotos, fomes e pestes (citados por Jesus em Lucas 21:11).Aguardando a Libertação: A natureza é retratada como "com o pescoço esticado", esperando a manifestação dos filhos de Deus (Romanos 8:19). Isso significa que a plena restauração do meio ambiente está ligada à redenção final dos seres humanos.O Plano de Regeneração: Jesus menciona a "regeneração" de todas as coisas, o que aponta para um tempo de renovação cósmica, um novo céu e uma nova terra, onde a natureza será liberta do cativeiro da corrupção.A Natureza como Criação de Deus: Jesus frequentemente usava a natureza em suas parábolas para mostrar o cuidado de Deus (pássaros, lírios do campo), sugerindo que ela pertence a Ele e, portanto, tem um valor intrínseco, sofrendo por estar longe de sua glória original.