quinta-feira, 14 de julho de 2022

O prazo final para a entrega da Declaração Anual Simplificada (DASN) do microempreendedor individual (MEI) chegou ao fim em 30 de junho. Apesar da multa cabível a esses casos, o fato é que o MEI pode regularizar o atraso ao enviar o documento para evitar transtornos o quanto antes. A orientação é da Receita Federal.Leia mais: MEIs terão que pagar por conta-corrente, PIX e geração de boletos?A multa para quem entrega fora do prazo é de 2% ao mês, sendo que o valor mínimo dela é de R$ 50. A dívida pode custar caro para o microempreendedor, já que o máximo chega a 20% do número total dos tributos declarados. É por isso mesmo aqueles que perderam o prazo precisam regularizar a situação o mais rápido possível.

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Expressiva

Embora os Evangelhos registrem Jesus focando mais intensamente na redenção humana, a teologia bíblica baseada em seus ensinamentos—especialmente expandida por Paulo em Romanos 8—apresenta a natureza como uma criação que sofre as consequências da queda do homem, mas que aguarda ansiosamente a restauração final.Aqui estão os pontos principais sobre o que Jesus e a Bíblia ensinam sobre a natureza que sofre:Gemidos de Dores de Parto (Esperança na Redenção): A Escritura descreve que a "criação geme e sofre dores de parto" (Romanos 8:22). Esse sofrimento não é em vão, mas é comparado a dores de parto, indicando que a dor atual precede uma nova vida ou restauração futura.A Natureza Sofre por Causa do Pecado Humano: A criação foi sujeita à vaidade e à corrupção (morte, desastres, decadência) não por vontade própria, mas por causa do pecado do homem. A natureza reflete o estado de corrupção, incluindo terremotos, fomes e pestes (citados por Jesus em Lucas 21:11).Aguardando a Libertação: A natureza é retratada como "com o pescoço esticado", esperando a manifestação dos filhos de Deus (Romanos 8:19). Isso significa que a plena restauração do meio ambiente está ligada à redenção final dos seres humanos.O Plano de Regeneração: Jesus menciona a "regeneração" de todas as coisas, o que aponta para um tempo de renovação cósmica, um novo céu e uma nova terra, onde a natureza será liberta do cativeiro da corrupção.A Natureza como Criação de Deus: Jesus frequentemente usava a natureza em suas parábolas para mostrar o cuidado de Deus (pássaros, lírios do campo), sugerindo que ela pertence a Ele e, portanto, tem um valor intrínseco, sofrendo por estar longe de sua glória original.