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sexta-feira, 15 de julho de 2022

Anestesista preso por estupro já atuou como clínico, ginecologista, obstetra e mastologistaDados constam do Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde. Giovanni Bezerra é sócio de clínica da Vila Isabel ao lado do pai

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Expressiva

Nos Evangelhos, Jesus não faz um discurso direto ou político sobre a pena de morte ou a execução legal institucionalizada pelos governos. No entanto, sua postura e seus ensinamentos oferecem princípios claros sobre justiça, misericórdia e o valor da vida:O episódio da mulher adúltera (João 8:1-11): Quando os escribas e fariseus trazem uma mulher condenada ao apedrejamento (uma forma de execução prevista na Lei de Moisés) e perguntam a Jesus o que fazer, ele desafia os acusadores com a famosa frase: "Aquele que dentre vós estiver sem pecado seja o primeiro que atire pedra contra ela". Ao fazer isso, ele não anula a gravidade do erro, mas desloca o foco do julgamento punitivo para a autoavaliação moral, fazendo com que os executores desistem do ato. Por fim, ele diz à mulher: "Nem eu te condeno; vá e não peques mais", priorizando a misericórdia e a regeneração em vez da punição fatal.A ampliação do mandamento "Não matarás" (Mateus 5:21-22): No Sermão da Montanha, Jesus vai além do ato físico da execução ou do assassinato, afirmando que a ira, o ódio guardado no coração e as ofensas graves contra o próximo já violam o espírito da lei moral de Deus.A própria execução de Jesus: Acusado politicamente e submetido a uma execução romana (a crucificação), Jesus passou por esse processo de pena capital inocente, silenciando perante os acusadores e perdoando os que o executavam ("Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem"). Para o cristianismo, a sua própria execução não é vista apenas como uma injustiça histórica, mas como o sacrifício máximo de redenção pela humanidade.Gostaria de aprofundar a análise sobre a postura de Jesus diante da justiça retributiva em algum texto bíblico específico?

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